trilha formativa de operadores
Capacitação técnica de catadores para operação, supervisão, manutenção preventiva e alimentação de dados da plataforma robótica, desenhada com MNCR, MNCI, SENAI, IFPR e UTFPR.
Capital catalítico via Lei de Incentivo à Reciclagem (LIR) aplicado à qualificação de uma tecnologia que rompe o teto histórico de produtividade da triagem manual em cooperativas de catadores. A meta é destravar capital estruturante para validar e implantar a plataforma robótica da Human Sized, com um Protocolo de Inclusão Produtiva contratualmente obrigatório que converte a tecnologia em alavanca de renda, formalização do trabalho e qualificação profissional de catadores, e não em vetor de substituição.
As melhores cooperativas operam no máximo a 60% de recuperação. A média nacional fica abaixo de 50%. O que sai é rejeito para aterro, com custo duplo para a cooperativa.
A cadeia produtiva da reciclagem no Brasil enfrenta um gargalo histórico no elo central de sua operação: a triagem manual em cooperativas de catadores. Mais de 15 mil cooperativas em atividade no país operam com teto estrutural de 50% a 60% de recuperação, derivado de limites ergonômicos da triagem em esteira, dificuldade humana de discriminar polímeros similares em fluxo contínuo, e impossibilidade prática de operar em contra-turnos noturnos. O resultado é que cerca de 4% do RSU brasileiro é efetivamente reciclado, percentual distante das metas do Planares (48% até 2040).
A Human Sized é linha de negócio tecnológica em desenvolvimento como spin-off da TSA Tecnologia em Serviços Ambientais (Curitiba/PR, 15+ anos de operação, R$ 7,9 milhões de faturamento em 2024, 6.000 m² de área coberta). Desenvolve plataforma robótica modular de triagem automatizada com visão computacional e inteligência artificial, com dataset brasileiro próprio. Três diferenciais estruturais em relação a referências internacionais: modularidade e portabilidade, retrofit em esteiras existentes (sem demolir CAPEX instalado), e operação em contra-turnos e mineração de rejeito.
A Human Sized está em estágio pré-operacional: arquitetura tecnológica definida, dataset em construção, ainda sem protótipo operando em cooperativa real. Esse é o estágio em que a assistência técnica qualificada gera maior impacto por real investido: estruturar bancabilidade antes do negócio "esquentar" com captações sucessivas reduz custo futuro de capital e define desde o início a arquitetura de impacto social do modelo.
Diferente de outros beneficiários LIR, a Human Sized tem alinhamento textual ao Art. 3º, inciso VIII: plataforma para triagem de recicláveis com objetivo explícito de fortalecer cooperativas e ampliar a renda formalizada de catadores.
Na frente de negócios de impacto, a Maré atua como Project Preparation Facility (PPF) aplicada à Human Sized. Em 5 meses, entrega dossiê de originação, modelo financeiro auditável, dossiê de impacto com M&V, contrato-padrão Human Sized-Cooperativa com cláusula de partilha de ganhos, Trilha Formativa de Operadores de Triagem Robótica e pacote completo de investment readiness para mobilizar a rodada de captação compatível com o desenvolvimento e a validação da tecnologia em cooperativas piloto.
Diferente das trilhas de aceleração de portfólio, esta edição opera 1:1: toda a assistência técnica dos 5 meses é dedicada a um único negócio âncora, previamente identificado e qualificado.
Imersão técnica, financeira, jurídica e de impacto na Human Sized. Estruturação societária formal da spin-off, mapeamento de IP compartilhado e regime de co-desenvolvimento.
Estruturação dos três pilares (time, negócio, impacto). Modelo financeiro de 5 anos, dossiê de impacto com M&V, Protocolo de Inclusão Produtiva formalizado, contrato-padrão Human Sized-Cooperativa e Trilha Formativa.
Pitch deck, data room e roadshows, com submissões formais a FINEP, BNDES, Lei do Bem e instrumentos estaduais. Meta: cartas de intenção ou term sheets preliminares.
A introdução de tecnologia robótica em cooperativas é tema historicamente sensível: há razões legítimas para temer que a automação substitua postos de trabalho. A Human Sized estrutura, desde o desenho do modelo de negócio, um protocolo contratualmente obrigatório em três componentes formalizados na fase de qualificação. Não é filantropia. É componente não opcional do modelo de negócio, condicionante expressa nos termos de investimento dos aportes futuros.
Capacitação técnica de catadores para operação, supervisão, manutenção preventiva e alimentação de dados da plataforma robótica, desenhada com MNCR, MNCI, SENAI, IFPR e UTFPR.
Certificação formal em Operação de Triagem Robótica reconhecida por entidades setoriais, com vínculo formal e piso salarial acordado, e progressão para funções de supervisão.
Contrato Human Sized-Cooperativa com cláusula obrigatória: parcela do ganho de produtividade vai para os catadores como aumento de retirada mensal, com piso acordado com o movimento.
Não é doação. É redirecionamento de imposto que já seria pago.
Empresas tributadas pelo lucro real redirecionam parte do Imposto de Renda para o projeto. Sem custo adicional ao que já seria pago.
O projeto é submetido ao Ministério do Meio Ambiente para análise e aprovação via TransfereGov. A submissão não garante aprovação. Prestação de contas rigorosa ao SINIR+.
Relatórios de impacto, certificado do MMA e conexão direta com a Human Sized, o time da TSA e a rede de cooperativas parceiras na região metropolitana de Curitiba e do eixo Lapa.
O Art. 3º da Lei 14.260/2021 financia capacitação e assessoria técnica, incubação de cooperativas e de micro e pequenas empresas, infraestrutura e o fortalecimento da cadeia. É a definição do papel da Maré: atuar como PPF (project preparation facility) e preparar negócios de impacto até a bancabilidade. O enquadramento na LIR não é adaptação, é o propósito da lei.
A Maré estrutura os pilares de bancabilidade do negócio, do diagnóstico à modelagem financeira e à preparação para captação.
A Maré prepara a Human Sized, spin-off da TSA, até a bancabilidade, em esteira dedicada, com Protocolo de Inclusão Produtiva contratualmente obrigatório.
A Maré dirige o capital catalítico para o gargalo da triagem manual nas cooperativas de catadores, onde a assistência técnica gera maior efeito multiplicador.
A Lei Complementar 222/2025 tornou o limite de destinação da LIR independente do limite do Incentivo ao Esporte: a empresa pode usar os dois integralmente.
O PL 1.361/2025, aprovado na Câmara dos Deputados em julho de 2026, eleva de 1% para 4% o limite de dedução da pessoa jurídica no lucro real e torna o incentivo permanente. O texto aguarda análise do Senado Federal; até a sanção, vale o limite atual de 1%.
O patrocinador não faz doação: redireciona um imposto que já pagaria e recebe de volta retorno fiscal, reconhecimento institucional e acesso a um ecossistema qualificado. Retorno tangível para cada área de decisão.
Diferente das edições de portfólio da Trilha Aceleração Maré, nesta edição a empresa renunciante tem acesso direto a um beneficiário previamente identificado e qualificado: a Human Sized, com lastro operacional na TSA. Empresas que formalizam carta de intenção ganham canal direto.
Reuniões periódicas com Germano Birckholz Vieira e acesso aos dossiês de cada fase. Visitas à TSA em Curitiba e a cooperativas piloto.
Conexão à Linha 1 (plataforma para cooperativas, foco LIR) via rede de cooperativas implantadas, ou à Linha 2 (unidade autônoma para smart spaces).
Patrocinadores qualificados podem participar da rodada subsequente via Corporate Venture Capital, debt sustentável ou contratos de fornecimento ancorados à Linha 2.
A empresa manifesta formalmente o interesse em destinar parte do IR ao projeto. A carta não gera obrigação financeira, mas garante acesso prioritário à Human Sized e participação ativa nas discussões estratégicas durante os 5 meses do programa.
O ciclo 2025 provou a demanda e expôs o gargalo: a maior parte dos projetos aprovados não conseguiu captar, por ausência de estratégia comercial e conexão com empresas.
A principal causa de insucesso: ausência de estratégia comercial e conexão com empresas. Esta edição opera com beneficiário direto previamente identificado e qualificado, com lastro operacional de 15 anos da TSA, dispensando etapas de chamada pública e iniciando direto na fase de originação.
Fontes: dados públicos do ciclo 2025 da Lei de Incentivo à Reciclagem (MMA / TransfereGov / SINIR+).
Na frente de negócios de impacto, a Maré atua como Project Preparation Facility (PPF): não apenas acelera, opera junto ao negócio entregando modelagem financeira, estruturação jurídica, tese de impacto validada e conexão com investidores. Habilitada como proponente da LIR nos termos do Art. 5º, inciso VII da Portaria GM/MMA nº 1.250/2024 (Microempresa).
Blended finance, impacto socioambiental e estruturação de negócios de impacto.
Mais de 20 anos em marketing, comunicação, sustentabilidade corporativa e ESG.
Estruturação de rodadas, fundraising e conexão com o ecossistema de investidores.
Governança jurídica, adequação regulatória e estruturação de veículos com foco ESG.
Estratégia de inovação, modelagem de negócios e conexão corporativa.
Teoria da mudança, mensuração de impacto e sustentabilidade.
Articulação comunitária e projetos socioeconômicos territoriais.
Duas camadas de parceria técnica sustentam o programa: ancoragem institucional e de P&D (Sabertec e UFPR) e co-desenvolvimento tecnológico com IP compartilhado (Action Labs).
Parque tecnológico na Lapa/PR, com mobilização de cooperativas da região metropolitana de Curitiba. Ancoragem territorial e mediação operacional entre a Maré, a Human Sized e a UFPR.
Universidade Federal do Paraná, acionada via ACT vigente com o Sabertec. P&D em robótica, visão computacional e IA, e articulação com SENAI, IFPR e UTFPR para a Trilha Formativa de Operadores.
Consultoria de tecnologia com escritórios no Brasil e na Europa, mais de 120 projetos em 9 anos e 7 startups investidas. Camadas centrais da plataforma robótica (produto, engenharia, dados e IA), em regime de IP compartilhado com a TSA.
Recurso 100% captado via dedução fiscal de IR (Lei 14.260/2021), sem custo direto para o patrocinador. Financia 5 meses de assistência técnica intensiva sobre a Human Sized, com entregas concretas para destravar a rodada de captação de desenvolvimento e validação da tecnologia.
Enquadramento na Lei 14.260/2021 nos termos do Art. 3º, incisos I (capacitação e assessoria técnica), II (incubação de empresa de pequeno porte e fortalecimento de cooperativas) e VIII (nova tecnologia para processamento de recicláveis), com aderência textual particularmente forte ao inciso VIII.
3 fases sequenciais-iterativas em 5 meses, originação, qualificação e capital, com sobreposições parciais para acelerar o ciclo de entregas.
Co-CEOs da Maré e especialistas em blended finance, ESG e cadeia de reciclagem, em interlocução com Sabertec, UFPR, Human Sized, TSA e Action Labs.
Dossiê de originação, modelo financeiro, dossiê de impacto com M&V, Protocolo de Inclusão Produtiva, contrato-padrão, Trilha Formativa, pitch deck e data room.
O projeto entra em operação somente após a captação integral dos R$ 368 mil. Não é preciso uma única empresa aportar o total: múltiplos renunciantes participam com contribuições parciais (por exemplo R$ 50 mil ou R$ 100 mil cada) e a rodada fica aberta até atingir o montante. Se a captação não se completar no prazo, nada é transferido e o renunciante não assume qualquer exposição financeira. 70% do orçamento vai para atividades operacionais diretas, dentro dos limites da Portaria GM/MMA nº 1.250/2024.
Valores ilustrativos, dependentes da apuração fiscal de cada empresa. Simulação personalizada disponível mediante solicitação.
Saiba quanto sua empresa pode destinar em 2026 via LIR para destravar uma tecnologia textualmente alinhada ao Art. 3º, VIII da Lei 14.260/2021. A carta de intenção não gera obrigação financeira. A conexão com a Human Sized, a TSA e a rede de cooperativas, sim.