preparar negócios para escalar
Assistência técnica que leva um negócio de impacto da fase inicial à escala e à bancabilidade. É nesta frente que a Maré opera como Project Preparation Facility, com a Esteira de Bancabilidade.
negócios de impacto →Preparamos cada ator do ecossistema (estados, municípios, empresas e negócios) com método, governança e mensuração, para que ampliem o impacto, escalem suas soluções e, com isso, acessem capital. Capital é meio; transformação é o fim.
O capital para a economia de impacto nunca esteve tão disponível no Brasil. Ainda assim, ele não chega aos projetos, porque faltam atores e soluções preparados. Esse descompasso entre o capital que existe e quem está pronto para recebê-lo é o bankability gap.
É o investimento anual estimado para um Brasil neutro e resiliente até 2050 (Ipea, 2026). O capital para isso, fundos de impacto, capital catalítico, fomento e crédito climático, está se organizando. Mobilizar capital, o país está aprendendo.
O Ipea e o Ministério da Fazenda reconhecem que o desafio da transição deslocou-se "da formulação conceitual para a implementação": não falta política nem instrumento, falta a capacidade de transformar recurso em projeto que se realiza. (Transição Justa nas Finanças no Brasil, Ipea, 2026)
A Maré existe para capacitar o ecossistema da economia de impacto. O mesmo propósito se aplica a quatro frentes: em cada uma, preparamos um ator ou um negócio para ampliar o impacto, escalar a solução e acessar capital. Em todas elas, o impacto se ancora num norte comum, os 17 ODS e a estratégia nacional de transição.
Assistência técnica que leva um negócio de impacto da fase inicial à escala e à bancabilidade. É nesta frente que a Maré opera como Project Preparation Facility, com a Esteira de Bancabilidade.
negócios de impacto →Capacitamos governos estaduais para orientar o ecossistema, estruturar projetos e medir impacto, do planejamento à mensuração, mobilizando capital público e privado em escala.
estados →Conectamos o município à economia de impacto, transformando desafios socioambientais em projetos que acessam o capital, em vez de devolver recurso por falta de preparação.
municípios →A empresa transforma a agenda de sustentabilidade em inovação e impacto. Preparamos a empresa para investir e para acessar capital, e estruturamos o que conecta as duas pontas.
empresas →a lógica já tem prova: o NEPAD-IPPF transformou recursos de preparação em investimento com alavancagem de cerca de 100:1 (Banco Africano de Desenvolvimento). A Maré traz esse mecanismo para a economia de impacto. O modelo é fundamentado; a execução está em construção.
Capacitar todo um ecossistema, com estados, municípios, empresas e negócios, é um desafio grande demais para o ritmo artesanal de uma consultoria. A maturidade da IA permitiu uma nova geração de empresas de serviço que entregam o resultado, não a ferramenta. A Maré se construiu assim por um motivo: ter a profundidade, a escala e o rigor que esse desafio exige.
Varre dados, editais, instrumentos e território de forma contínua. A Maré chega a cada ator sabendo onde o desafio trava, não no diagnóstico genérico.
A Esteira de Bancabilidade está codificada. Cada dossiê sai no padrão que o capital institucional exige, do primeiro projeto ao centésimo.
As etapas de preparação rodam em paralelo. O projeto fica pronto a tempo do edital, do leilão, da janela regulatória. Capital tem prazo, e a Maré chega nele.
Medir impacto (MRV) sempre foi caro demais para escalar. Operando como software, a Maré faz a mensuração barata e auditável, que é o que destrava o capital que exige prova.
A inteligência repetível é software, então a Maré dinamiza o ecossistema inteiro em paralelo, sem multiplicar equipe. O julgamento que assina fica com os sócios.
Cada projeto realimenta o método. O sistema fica mais preciso a cada ciclo, e todo o portfólio se beneficia do que um único mandato aprendeu.
O PROA é a arquitetura que a Maré opera para organizar a atuação de cada ator de ponta a ponta, do problema ao impacto que retroalimenta o plano, num trilho único. Nasceu com o Estado como arquiteto, mas abraça o ecossistema inteiro: estados, municípios, empresas e negócios de impacto. Quem entrega as cinco etapas é uma camada de inteligência artificial proprietária, especializada em economia de impacto.
o problema, as prioridades e os setores, com os ODS como bússola comum entre governo, mercado e sociedade. sem ela, nenhum capital sabe onde pousar.
o não-reembolsável expandido, como subvenções, garantias e compras como offtake. pequeno em volume, estratégico em posição: tira risco para o comercial entrar.
bancos comerciais, fundos de impacto e BMDs entram em escala, quando o risco foi calibrado e há pipeline bancável qualificado.
assistência técnica que origina, qualifica (bancabilidade) e faz de-risking. qualificação em 3 pilares: time · negócio · impacto.
hospeda a linha de base, padroniza a série e mede a população impactada. é a chave de elegibilidade ao capital, e retroalimenta a 01.
a IA compila, varre, cruza e produz minutas. o humano interpreta, decide, assina, e assume o risco e o julgamento.
painel vivo conecta metas, pipeline e capital, com varredura regulatória contínua; realiza a retroalimentação ao plano.
mapeia e casa editais, fundos e recursos; traduz o vocabulário voluntário para o regulado.
documentação padronizada de blended finance; pareamento contínuo do pipeline com bancos, fundos e BMDs.
a esteira executada em paralelo, com gate humano em cada etapa; constrói o sistema de mensuração que o impacto exige.
ingestão única, múltiplas saídas auditáveis (ODS, IFRS, IRIS+, TNFD); mede o impacto ambiental direto.
Nem sempre a entrega é o dinheiro, e o dinheiro sozinho não resolve: sem preparação, o capital na mão de quem não está pronto vira pó. O que a Maré deixa em cada ator é o que sustenta o impacto no tempo.
Seja para conhecer o método, apresentar um projeto ou explorar parceria. A conversa começa pelo seu contexto: o que você quer transformar e o que está travando.