estado arquiteto do desenvolvimento framework PROA

o Estado é o arquiteto do desenvolvimento do seu território.

Nenhum outro ator pode orientar a estratégia do território, calibrar as regras que viabilizam projetos e ancorar a mensuração do impacto. A Maré capacita o Estado a exercer esse papel com método: do planejamento às prioridades, do pipeline de projetos à prova de impacto, mobilizando capital público e privado como consequência. O trilho que organiza tudo isso é o PROA.

01 o papel do estado

por que o Estado, e só o Estado, pode ser o arquiteto.

O capital privado busca retorno ajustado a risco. A filantropia tem escala limitada. As empresas atuam dentro da própria cadeia. Nenhum desses atores tem mandato para orientar a estratégia do território, calibrar as regras que tornam projetos viáveis, usar as compras públicas como garantia de demanda, nem ancorar as metas dos ODS como critério de mensuração.

O Estado tem. O que falta é organizar esses instrumentos num trilho único, com intencionalidade e método. É essa função que o PROA estrutura: não inventar o que já existe, mas orquestrar o que está disperso, para que o desenvolvimento aconteça e o capital chegue a quem resolve os desafios do território.

exemplo · o modelo que já funciona, coordenado pelo governo

o Brasil já tem um dos maiores programas de blended finance soberano do mundo. E quem o orquestra é o Estado.

As mesmas cinco funções do PROA, em operação num programa federal de financiamento da transição. É a prova de que isto não é teoria.

01 · orientação

direção estratégica

a estratégia nacional de transição e as cadeias prioritárias definem onde o capital deve pousar.

02 · catalítico

capital do Tesouro

o Tesouro oferta capital catalítico subsidiado, via processo competitivo.

03 · comercial

capital privado em escala

bancos credenciados captam capital privado, com alavancagem de 2 a 6 vezes o aporte público.

04 · negócios

pipeline elegível

projetos sustentáveis nas cadeias da transição: energia, bioeconomia, indústria verde.

05 · mensuração

prova auditável

elegibilidade e mensuração padronizadas: a chave que destrava o capital e retroalimenta o plano.

R$ 38 bi de capital catalítico do Tesouro Nacional mobilizaram R$ 140 bi em compromissos de capital privado para a transição.
/ framework proprietário da maré

o PROA: o trilho metodológico que orienta o Estado a implementar uma economia de impacto madura.

O PROA conecta, num trilho único, as cinco funções que o Estado precisa operar para transformar as prioridades do território em resultados de impacto, do planejamento ao impacto que retroalimenta o plano, com o capital chegando como consequência. E uma camada de IA, operada pela Maré, torna cada etapa executável.

o objetivo transformar os desafios do território em soluções de impacto, com o capital chegando a quem resolve.
01
estado · orientador estratégico

orientação estratégica

o Estado define prioridades, metas e setores, com os ODS como bússola. quanto mais pertinência estratégica, mais chance de capturar capital, inclusive internacional.

ods · estratégia nacional · metas internacionais
dá direção
blended finance · capital catalítico alavanca o comercial em escala
02
estado · articulador

capital catalítico

organiza o contínuo de capital com visão expandida do não-reembolsável; compras públicas como offtake e garantia. tira risco para o comercial entrar em escala.

R$ 1 mobiliza R$ 1 a 10 · convergence/ocde
mobiliza e alavanca capital
03
capital privado

capital comercial

bancos comerciais, fundos de impacto e BMDs entram em escala, quando o risco foi calibrado e há pipeline bancável qualificado.

a alavancagem acontece aqui · capital em escala
financia o pipeline
dupla hélice da mensuração · o mesmo dado é evidência de bancabilidade e linha de base pública
04
estado · incubador · a esteira (maré)

negócios de impacto

assistência técnica que origina, qualifica (bancabilidade) e faz de-risking; PPFs e NAPIs. é o motor interno do PROA: a Esteira de Bancabilidade, operada pela Maré.

motor · esteira de bancabilidade
cria a solução de impacto
05
estado · fonte confiável

mensuração de impacto

o Estado ancora as 169 metas dos 17 ODS, define o MRV e retroalimenta o plano. a mensuração confiável é a chave de elegibilidade ao capital.

mrv · ods · ifrs s1/s2 · iris+ · tnfd
gera dado e impacto
camada de inteligência artificial · opera por baixo das cinco

a IA que torna o PROA executável.

aumentação, não automação

a IA compila, varre, cruza e produz minutas. o humano interpreta, decide, assina, e assume o risco e o julgamento.

01

painel vivo conecta metas, pipeline e capital, com varredura regulatória contínua; realiza a retroalimentação ao plano.

02

mapeia e casa editais, fundos e recursos parafiscais; traduz o vocabulário voluntário para o regulado.

03

documentação padronizada de blended finance; pareamento contínuo do pipeline com bancos, fundos e BMDs.

04

a esteira executada em paralelo, com gate humano em cada etapa; constrói o sistema de mensuração que o impacto exige.

05

ingestão única, múltiplas saídas auditáveis (ODS, IFRS S1/S2, IRIS+, TNFD); mede o impacto ambiental direto.

como a IA entregacompila, varre e cruza dados, editais e instrumentos · produz minutas e documentação padronizada · tudo sob gate e assinatura humana
salvaguardas fixas
o dado é do Estadocapacidade internalizávelo humano assina
02 a maré no proa

como a Maré conduz a implementação do PROA no seu estado.

A Maré não opera só uma camada. Conduz a implementação do PROA inteiro dentro do arranjo do governo, do diagnóstico do território à mensuração, sem substituir nenhuma função pública. Opera a parte que exige método, agilidade e capacidade técnica especializada.

1

diagnóstico e arquitetura do arranjo

Leitura das vocações regionais e dos desafios do território, ativação do ecossistema local e desenho das cinco camadas num trilho único: prioridades estratégicas, governança, pipeline e mensuração.

resultado: o arranjo PROA do estado.
2

mobilização e estruturação do capital

Articulação do capital catalítico e conexão com o capital comercial: modelagem de blended finance e compras públicas como garantia de demanda.

resultado: o capital endereçado e alavancado.
3

operação da esteira de bancabilidade

Originação e qualificação do pipeline de negócios de impacto (camada 04), a parte que exige método e capacidade técnica. É aqui que a bancabilidade acontece.

resultado: projetos bancáveis, investor-ready.
4

instrumentação de IA e mensuração

Painel vivo, documentação padronizada e MRV auditável, com as salvaguardas: o dado é do Estado, a capacidade é internalizável, a soberania é tratada de frente.

resultado: rastreabilidade e prova de impacto.
/ o ativo da articulação

a Maré não atua sozinha. Articula o ecossistema inteiro.

Em todas as cinco etapas do PROA, a Maré conecta atores especializados que dão lastro à operação. As áreas de parceria já mobilizadas, por etapa:

01 · orientação
estratégia de impacto e ESGpolíticas públicas e território
02 · capital catalítico
blended financeinstrumentos não-reembolsáveis
03 · capital comercial
venture capital e capital de riscofundos de impacto e BMDs
04 · negócios de impacto
aceleração e empreendedorismo socialjurídico e marco regulatórioinovação e tecnologia
05 · mensuração
tecnologia de mensuraçãopadrões socioambientais

E no centro, a expertise dos sócios: estratégia de impacto, blended finance e articulação de ecossistemas; marketing, comunicação, ESG e negócios de impacto. Mais uma rede de parcerias institucionais internacionais e de articulação em territórios vulneráveis.

transparência sobre estágio

A Maré é uma organização em estágio inicial. O método está codificado; os primeiros projetos estão em curso. Apresentamos a tese e o framework com dados de fontes externas reconhecidas.

03 próximo passo

o que o seu estado quer transformar?

A Maré apresenta o PROA e discute uma pré-proposta, sem custo. A conversa começa pelas prioridades do seu território.