orientação estratégica
o Estado define prioridades, metas e setores, com os ODS como bússola. quanto mais pertinência estratégica, mais chance de capturar capital, inclusive internacional.
Nenhum outro ator pode orientar a estratégia do território, calibrar as regras que viabilizam projetos e ancorar a mensuração do impacto. A Maré capacita o Estado a exercer esse papel com método: do planejamento às prioridades, do pipeline de projetos à prova de impacto, mobilizando capital público e privado como consequência. O trilho que organiza tudo isso é o PROA.
O capital privado busca retorno ajustado a risco. A filantropia tem escala limitada. As empresas atuam dentro da própria cadeia. Nenhum desses atores tem mandato para orientar a estratégia do território, calibrar as regras que tornam projetos viáveis, usar as compras públicas como garantia de demanda, nem ancorar as metas dos ODS como critério de mensuração.
O Estado tem. O que falta é organizar esses instrumentos num trilho único, com intencionalidade e método. É essa função que o PROA estrutura: não inventar o que já existe, mas orquestrar o que está disperso, para que o desenvolvimento aconteça e o capital chegue a quem resolve os desafios do território.
As mesmas cinco funções do PROA, em operação num programa federal de financiamento da transição. É a prova de que isto não é teoria.
a estratégia nacional de transição e as cadeias prioritárias definem onde o capital deve pousar.
o Tesouro oferta capital catalítico subsidiado, via processo competitivo.
bancos credenciados captam capital privado, com alavancagem de 2 a 6 vezes o aporte público.
projetos sustentáveis nas cadeias da transição: energia, bioeconomia, indústria verde.
elegibilidade e mensuração padronizadas: a chave que destrava o capital e retroalimenta o plano.
O PROA conecta, num trilho único, as cinco funções que o Estado precisa operar para transformar as prioridades do território em resultados de impacto, do planejamento ao impacto que retroalimenta o plano, com o capital chegando como consequência. E uma camada de IA, operada pela Maré, torna cada etapa executável.
o Estado define prioridades, metas e setores, com os ODS como bússola. quanto mais pertinência estratégica, mais chance de capturar capital, inclusive internacional.
organiza o contínuo de capital com visão expandida do não-reembolsável; compras públicas como offtake e garantia. tira risco para o comercial entrar em escala.
bancos comerciais, fundos de impacto e BMDs entram em escala, quando o risco foi calibrado e há pipeline bancável qualificado.
assistência técnica que origina, qualifica (bancabilidade) e faz de-risking; PPFs e NAPIs. é o motor interno do PROA: a Esteira de Bancabilidade, operada pela Maré.
o Estado ancora as 169 metas dos 17 ODS, define o MRV e retroalimenta o plano. a mensuração confiável é a chave de elegibilidade ao capital.
a IA compila, varre, cruza e produz minutas. o humano interpreta, decide, assina, e assume o risco e o julgamento.
painel vivo conecta metas, pipeline e capital, com varredura regulatória contínua; realiza a retroalimentação ao plano.
mapeia e casa editais, fundos e recursos parafiscais; traduz o vocabulário voluntário para o regulado.
documentação padronizada de blended finance; pareamento contínuo do pipeline com bancos, fundos e BMDs.
a esteira executada em paralelo, com gate humano em cada etapa; constrói o sistema de mensuração que o impacto exige.
ingestão única, múltiplas saídas auditáveis (ODS, IFRS S1/S2, IRIS+, TNFD); mede o impacto ambiental direto.
A Maré não opera só uma camada. Conduz a implementação do PROA inteiro dentro do arranjo do governo, do diagnóstico do território à mensuração, sem substituir nenhuma função pública. Opera a parte que exige método, agilidade e capacidade técnica especializada.
Leitura das vocações regionais e dos desafios do território, ativação do ecossistema local e desenho das cinco camadas num trilho único: prioridades estratégicas, governança, pipeline e mensuração.
Articulação do capital catalítico e conexão com o capital comercial: modelagem de blended finance e compras públicas como garantia de demanda.
Originação e qualificação do pipeline de negócios de impacto (camada 04), a parte que exige método e capacidade técnica. É aqui que a bancabilidade acontece.
Painel vivo, documentação padronizada e MRV auditável, com as salvaguardas: o dado é do Estado, a capacidade é internalizável, a soberania é tratada de frente.
Em todas as cinco etapas do PROA, a Maré conecta atores especializados que dão lastro à operação. As áreas de parceria já mobilizadas, por etapa:
E no centro, a expertise dos sócios: estratégia de impacto, blended finance e articulação de ecossistemas; marketing, comunicação, ESG e negócios de impacto. Mais uma rede de parcerias institucionais internacionais e de articulação em territórios vulneráveis.
A Maré é uma organização em estágio inicial. O método está codificado; os primeiros projetos estão em curso. Apresentamos a tese e o framework com dados de fontes externas reconhecidas.
A Maré apresenta o PROA e discute uma pré-proposta, sem custo. A conversa começa pelas prioridades do seu território.