prepara o negócio
Estrutura time, modelo, impacto e prontidão para o capital. Não é embalagem: muda a estrutura real do projeto.
O negócio de impacto é o melhor veículo que temos para gerar solução nos grandes desafios socioambientais e levá-la à escala. E, quando atinge a devida bancabilidade, o capital que financia essa solução passa a chegar. A Maré é a PPF que prepara esse negócio até lá.
Quando a Maré fala de impacto, fala de negócio subordinado a orientações estratégicas, metas e objetivos, globais e nacionais. E essas pautas não orientam só a medição do impacto: orientam o fluxo de capital. O negócio que resolve dentro delas é o que entra na fila do capital de impacto.
os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: 17 objetivos e 169 metas. a régua que o capital institucional reconhece para definir e medir impacto.
a agenda federal que orienta o capital e a transição no país. preparar um negócio de impacto é alinhá-lo a essas metas.
Marcos públicos de referência: a estratégia nacional de transição ecológica, a NDC do Brasil no Acordo de Paris, o Fundo Clima, o mercado regulado de carbono e a estratégia nacional de negócios de impacto.
Um negócio de impacto usa o modelo de mercado para resolver um problema socioambiental de forma intencional, mensurável e adicional. Gera receita e lucro, mas o impacto é o objetivo. Movido a inovação de base, é o veículo com maior potencial para gerar solução em escala. E, com a devida bancabilidade, é também o que mais consegue atrair o capital disponível no ecossistema.
O Brasil tem uma comunidade científica, acadêmica e de parques tecnológicos de peso. Mas investe pouco em inovação e transforma pouca ciência em negócio. É no estágio inicial que o gap é mais agudo, e onde o negócio de impacto mais precisa de atenção.
A maturidade da tecnologia, da pesquisa básica à demonstração em campo, tem sistema de fomento. A ciência produz, e as ferramentas de inteligência artificial de fronteira aceleram ainda mais essa maturação. Quanto mais rápido a tecnologia fica pronta, mais o gargalo se concentra no outro lado.
A maturidade do negócio em torno da solução (modelo, governança, mensuração e prontidão para o capital) não tem suporte sistemático.
O dinheiro existe. As soluções existem. Falta quem prepare o negócio para o capital. É exatamente essa a dor que a Maré resolve.
Fontes: OMPI (Índice Global de Inovação), OCDE e MCTI; dados públicos do governo federal sobre inovação.
Uma Project Preparation Facility é a infraestrutura que prepara projetos para o capital. A Maré existe para resolver essa dor: oferece a assistência técnica que estrutura o negócio e eleva a bancabilidade até o ponto em que o capital reconhece, precifica e financia. Capital não é bala de prata: sem preparação, o dinheiro na mão do empreendedor vira pó. Consultoria vende horas a quem já pode pagar; a Maré constrói capacidade em quem, sem isso, nunca acessaria capital.
Estrutura time, modelo, impacto e prontidão para o capital. Não é embalagem: muda a estrutura real do projeto.
A preparação reduz o risco que afasta o investidor. É o que converte um negócio promissor em ativo investível.
Liga o negócio pronto aos instrumentos e investidores certos para cada estágio, com a documentação que a alocação exige.
A bancabilidade se constrói. A esteira da Maré percorre um caminho com o negócio, da originação ao acesso a capital. No centro está a qualificação, que trabalha três frentes em paralelo: é o que comprime o ciclo sem perder profundidade.
Seleção ativa de negócios com potencial de impacto e de mercado, com critérios técnicos de aderência às agendas estratégicas e de articulação com os instrumentos de capital disponíveis.
O coração da esteira. A Maré dá assistência técnica em três frentes que correm em paralelo até a bancabilidade.
Competências, complementaridade, engajamento e governança da equipe gestora. Um negócio com boa solução e time sem a configuração certa não é bancável.
Validação de problema e solução, modelo de receita, unit economics, mercado endereçável e estratégia de escala. A lógica econômica que justifica o capital.
Teoria da mudança e mensuração auditável ancoradas nos ODS e em padrões como IRIS+, no nível que investidores institucionais exigem. Intencionalidade e adicionalidade.
O negócio pronto entra no trilho das rodadas de captação: modelagem financeira, estratégia de financiamento adequada ao estágio, materiais que o capital exige e conexão ativa com os investidores e instrumentos certos. O negócio aprende a falar a língua do capital.
A Maré é uma organização em estágio inicial. O método está codificado e os primeiros negócios estão em curso. Apresentamos a tese e o framework com dados de fontes externas reconhecidas.
A Maré opera como software, não como consultoria artesanal. Para o negócio de impacto, isso muda o jogo: a preparação fica mais profunda, mais rápida e mensurável, do diagnóstico ao acesso a capital. A IA aumenta o trabalho; o julgamento que assina é dos sócios.
Varre dados, instrumentos e mercado, e estrutura time, negócio e impacto em paralelo, não no diagnóstico genérico.
MRV barato e padronizado, no nível que o capital institucional exige para reconhecer o impacto.
A preparação roda em paralelo e fica pronta a tempo do edital, do leilão e da rodada de captação.
O método é codificado e fica mais preciso a cada negócio preparado. Todo o portfólio se beneficia.
A assistência técnica não é paga pelo negócio early-stage, que ainda não tem caixa: é financiada por capital não-reembolsável. E há muito mais desse capital do que o mercado enxerga. Além da filantropia, uma visão expandida de recursos já disponíveis pode ser alocada hoje para preparar projetos. Programas públicos recentes são só o sinal mais novo de que essa cesta está crescendo.
Não é o capital que financia o negócio: é o que financia a assistência técnica que torna o negócio bancável. A Maré enxerga e articula essas fontes pouco aproveitadas.
fundações e investimento social privado: cerca de R$ 5,8 bi/ano que podem pagar a preparação antes do capital entrar (GIFE, 2024).
EMBRAPII, FINEP e as FAPs financiam inovação sem retorno exigido, da pesquisa ao protótipo.
cerca de R$ 9 bi/ano geridos por fundações que servem mais de 280 ICTs, agora abertos a blended finance.
GCF Readiness, Adaptation Fund e bancos de desenvolvimento oferecem grants dedicados à preparação de projetos.
programas públicos recentes passaram a abrir parcela não-reembolsável para fases iniciais e pesquisa aplicada.
Um exemplo concreto dessa cesta em operação: o Portfólio LIR Maré 2026, cinco projetos financiáveis por renúncia fiscal via Lei de Incentivo à Reciclagem.
conhecer o portfólio LIRO problema não é escassez de capital. É escassez de projetos qualificados. E preparar o projeto é o investimento com maior retorno do ecossistema.
Fontes: Censo GIFE; EMBRAPII e FINEP; CONFIES; Green Climate Fund; programas federais de transição (Tesouro Nacional); NEPAD-IPPF / Banco Africano de Desenvolvimento.
A esteira da Maré prepara qualquer negócio de impacto, venha de onde vier, para o mesmo destino: o acesso a capital. Três públicos desenvolvem esses negócios, e cada um se beneficia de um jeito.
Corporações que desenvolvem negócios de impacto como inovação: spin-offs, novos negócios e teses de impacto dentro da própria operação. A Maré estrutura essas iniciativas como negócios investíveis e desenha a arquitetura de capital que as financia, transformando agenda ESG em ativo.
ICTs, universidades e parques tecnológicos com pesquisa e deeptech de potencial de impacto. A Maré faz a ponte que falta entre a bancada e o mercado: transforma a ciência em negócio, com modelo, governança e propriedade intelectual prontos para o capital de inovação.
Empreendedores independentes com soluções de impacto em estágio inicial. A Maré os qualifica, eleva a bancabilidade e os coloca no trilho das rodadas de captação, do diagnóstico ao acesso a capital. São a origem do pipeline da economia de impacto.
Preparar um negócio de impacto para o capital exige especialistas em cada frente. A Maré é a organização que conecta esse ecossistema. As áreas de parceria mobilizadas para entregar o que esta página propõe:
A preparação começa antes do capital. Quem se estrutura agora chega pronto quando o capital pousa.