estruturação
Comitê de governança, diagnóstico das cadeias agropecuárias do Paraná, tese de impacto e edital público para captação de startups.
Programa de originação, qualificação e preparação para captação de capital de negócios de impacto que valorizam resíduos do agronegócio, com ancoragem em um estado que concentra o 2º maior rebanho suíno do país, liderança em tilápia, 11 cooperativas entre as maiores do mundo e o programa RenovaPR de R$ 5,8 bilhões em energia renovável rural. Investimento via renúncia fiscal da Lei de Incentivo à Reciclagem (LIR): custo zero para a empresa, retorno estratégico mensurável e ancoragem em um setor que responde por quase um quarto do PIB nacional.
Cinco verticais com volume gerador massivo no Paraná, sem startups estruturadas para acessar o capital climatech disponível.
O agronegócio brasileiro representa 23,5% do PIB e 49% das exportações em 2024, sendo ao mesmo tempo o maior motor econômico do país e um dos maiores geradores de resíduos orgânicos e efluentes de alta carga poluente do planeta. O Brasil gera mais de 900 milhões de toneladas anuais de resíduos agropecuários, mas aproveita menos de 5% desse volume para geração de energia, fertilizantes ou materiais de alto valor. O manejo inadequado de dejetos animais responde por 4,5% das emissões do setor agropecuário (cerca de 29 MtCO₂e em 2023), com metano até 36 vezes mais potente que o CO₂.
O Paraná reúne condições estruturais que o colocam à frente nesta transição: 98% da matriz elétrica em fontes renováveis, base cooperativista com faturamento conjunto de R$ 186 bilhões em 2022, e o programa RenovaPR, mais ambicioso de energia renovável rural do Brasil, com 39.500 unidades produtivas, 1 GW de potência instalada e R$ 5,8 bilhões em investimentos. Cooperativas como Frimesa, Castrolanda, Unium e Copacol já operam biodigestores em escala industrial. O Plano de Biogás e Biometano do Paraná organiza o ecossistema em torno de corredores rodoviários sustentáveis e diversificação da matriz energética.
O capital também está disponível em volume sem precedentes: Fundo Clima projetado em R$ 27 bilhões para 2026, Finep com R$ 150 milhões em subvenção para economia circular, RenovAgro (Plano Safra 2025/2026) com limite de R$ 5 milhões por beneficiário, Green Climate Fund com US$ 235 milhões aprovados para o Brasil em 2025, e camadas adicionais de receita via CBIOs (RenovaBio), CGOBs (Combustível do Futuro) e CRVEs (SBCE).
O Brasil tem 1.972 agtechs ativas (Radar Agtech 2024) e 254 deeptechs climáticas mapeadas em 2025, mas apenas 30% geraram receita em 2024. Na ponta do funding, a América Latina captou apenas US$ 743 milhões (0,8%) dos US$ 92 bilhões investidos globalmente em climatechs em 2024. O gargalo não é tecnologia nem capital global. É a fragmentação institucional e o descompasso entre o capital disponível e projetos pré-comerciais bem estruturados.
O capital existe. O ecossistema existe. O que falta é o projeto bem preparado, com risco mitigado, pronto para receber investimento em escala.
Na frente de negócios de impacto, a Maré atua como Project Preparation Facility (PPF) especializada em resíduos do agronegócio, com ancoragem nas cadeias produtivas paranaenses. A assistência técnica é direcionada ao aumento da bancabilidade: estruturação financeira, governança, modelagem de impacto e dossiês de investimento. Os recursos da LIR financiam essa assistência técnica da Maré, que funciona como capital catalítico, desbloqueando capital privado que de outra forma não seria alocado.
11 meses, do edital público de originação à preparação para captação de capital via blended finance.
Comitê de governança, diagnóstico das cadeias agropecuárias do Paraná, tese de impacto e edital público para captação de startups.
12 startups selecionadas com dossiê robusto de pré-due-diligence em três frentes: agendas, sinergia setorial, articulação institucional.
04 negócios estruturam pilares de bancabilidade: time, negócio e impacto. Densa preparação para investimento.
02 negócios preparados para captação via blended finance, com modelagem, term sheet e roadshow estruturados.
Não é doação. É redirecionamento de imposto que já seria pago.
Empresas tributadas pelo lucro real redirecionam parte do Imposto de Renda para o projeto. Sem custo adicional.
O projeto é submetido ao Ministério do Meio Ambiente para análise e aprovação via TransfereGov. A submissão não garante aprovação. Prestação de contas rigorosa ao SINIR+.
Relatórios de impacto, certificado do MMA, acesso ao pipeline de startups e conexão com o ecossistema agropecuário do Paraná via Sabertec e UFPR.
O Art. 3º da Lei 14.260/2021 financia capacitação e assessoria técnica, incubação de cooperativas e de micro e pequenas empresas, infraestrutura e o fortalecimento da cadeia. É a definição do papel da Maré: atuar como PPF (project preparation facility) e preparar negócios de impacto até a bancabilidade. O enquadramento na LIR não é adaptação, é o propósito da lei.
A Maré estrutura os pilares de bancabilidade de cada negócio, do diagnóstico à modelagem financeira e à preparação para captação.
A Maré acelera as startups de valorização de resíduos do agronegócio no Paraná, em um funil de 12 para 2 negócios rumo à bancabilidade.
A Maré dirige o capital catalítico para os gargalos de valorização de resíduos do agronegócio, onde a assistência técnica gera maior efeito multiplicador.
A Lei Complementar 222/2025 tornou o limite de destinação da LIR independente do limite do Incentivo ao Esporte: a empresa pode usar os dois integralmente.
O PL 1.361/2025, aprovado na Câmara dos Deputados em julho de 2026, eleva de 1% para 4% o limite de dedução da pessoa jurídica no lucro real e torna o incentivo permanente. O texto aguarda análise do Senado Federal; até a sanção, vale o limite atual de 1%.
O patrocinador não faz doação: redireciona um imposto que já pagaria e recebe de volta retorno fiscal, reconhecimento institucional e acesso a um ecossistema qualificado. Retorno tangível para cada área de decisão.
Empresas que formalizam a participação por carta de intenção de renúncia fiscal ganham acesso ao Challenge Track: um canal para propor desafios reais da operação agropecuária ou agroindustrial e se conectar às startups que desenvolvem soluções para verticais como biogás e biometano, biochar, valorização de resíduos de aquicultura, Black Soldier Fly, MRV e créditos de carbono, e cooperativismo agroindustrial.
Sua empresa indica um gargalo real (gestão de dejetos, valorização de coprodutos, descarbonização de operação, rastreabilidade de créditos). O desafio orienta a temática, sem interferir na seleção independente das startups.
Relatórios e demos das startups aceleradas: negócios já filtrados, validados e com modelagem financeira pronta pela Esteira de Bancabilidade.
Opção de parceria comercial, contratos de fornecimento, off-take de biogás, biochar ou créditos, ou investimento direto em negócios qualificados. Deal flow curado, financiado pela renúncia fiscal.
A empresa manifesta formalmente o interesse em destinar parte do IR ao projeto. A carta não gera obrigação financeira, mas garante acesso prioritário ao Challenge Track e participação ativa no ciclo de aceleração.
O ciclo 2025 provou a demanda e expôs o gargalo: a maior parte dos projetos aprovados não conseguiu captar, por ausência de estratégia comercial e conexão com empresas.
A principal causa de insucesso: ausência de estratégia comercial e conexão com empresas. Este programa nasce com estratégia de captação, ancoragem setorial via Sabertec e UFPR, e pipeline de empresas parceiras nas cadeias agropecuárias paranaenses.
Fontes: dados públicos do ciclo 2025 da Lei de Incentivo à Reciclagem (MMA / TransfereGov / SINIR+).
Na frente de negócios de impacto, a Maré atua como Project Preparation Facility (PPF): não apenas acelera, opera junto aos negócios entregando modelagem financeira, estruturação jurídica, tese de impacto validada e conexão com investidores. Habilitada como proponente da LIR nos termos do Art. 5º, inciso VII da Portaria GM/MMA nº 1.250/2024 (Microempresa).
Blended finance, impacto socioambiental e estruturação de negócios de impacto.
Mais de 20 anos em marketing, comunicação, sustentabilidade corporativa e ESG.
Estruturação de rodadas, fundraising e conexão com o ecossistema de investidores.
Governança jurídica, adequação regulatória e estruturação de veículos com foco ESG.
Estratégia de inovação, modelagem de negócios e conexão corporativa.
Teoria da mudança, mensuração de impacto e sustentabilidade.
Articulação comunitária e projetos socioeconômicos territoriais.
Parceria vinculada por Termo de Cooperação com a Maré e ACT vigente entre Sabertec e UFPR, ampliando a capacidade institucional, técnica e setorial do programa junto às cadeias agropecuárias paranaenses, com cooperativas como Frimesa, Castrolanda, Unium, Copacol e Coopcana como base operacional.
Parque tecnológico na Lapa/PR, vinculado ao município e com vocação socioagrobioecológica. Ancoragem territorial e mediação operacional entre a Maré e a UFPR.
Universidade Federal do Paraná, acionada via ACT vigente com o Sabertec, sem necessidade de instrumento jurídico bilateral com a Maré. P&D em coprodutos, nutrição animal e zootecnia sob demanda.
Recurso 100% captado via dedução fiscal de IR (Lei 14.260/2021), sem custo direto para o patrocinador. Enquadramento nos termos do Art. 3º, incisos I, II e VIII da Lei 14.260/2021. Financia 11 meses de operação especializada, com metodologia proprietária, equipe sênior multidisciplinar e entregas concretas para as cadeias agropecuárias paranaenses.
Dentro da faixa de ticket ótimo do ciclo 2025 (R$ 500 mil a R$ 2 milhões), a de maior taxa de captação efetiva.
4 fases sequenciais em 11 meses, funil 12 para 4 para 2 startups. Cada fase gera entregáveis auditáveis e indicadores mensuráveis.
Co-CEOs da Maré e especialistas em inovação, ESG, blended finance e regulação ambiental, em interlocução com Sabertec, UFPR e cooperativas paranaenses.
Dossiês de bancabilidade, diagnóstico setorial, teses de impacto, modelos financeiros, pitch decks e roadshows para investidores agtech e climatech.
O projeto entra em operação somente após a captação integral dos R$ 683 mil. Não é preciso uma única empresa aportar o total: múltiplos renunciantes participam com contribuições parciais (por exemplo R$ 50 mil ou R$ 100 mil cada) e a rodada fica aberta até atingir o montante. Se a captação não se completar no prazo, nada é transferido e o renunciante não assume qualquer exposição financeira. 70% do orçamento vai para atividades operacionais diretas, dentro dos limites da Portaria GM/MMA nº 1.250/2024.
Valores ilustrativos, dependentes da apuração fiscal de cada empresa. Simulação personalizada disponível mediante solicitação.
Saiba quanto sua empresa pode destinar em 2026 via LIR e formalize a carta de intenção para garantir acesso ao Challenge Track. A carta não gera obrigação financeira. O acesso ao pipeline de startups, sim.