lei 14.260/2021 · ciclo 2026 p4 · esteira dedicada eixo tecnológico paralelo

saneeco: o elo ausente da reciclagem.

Programa de originação, qualificação e preparação para captação de capital de um único negócio âncora, com um eixo tecnológico paralelo dedicado a fabricar e operar dois pilotos do Fracionador Térmico a Vácuo (VTF), calibrados a chorume de aterros e vinhaça sucroenergética. Investimento via renúncia fiscal da Lei de Incentivo à Reciclagem (LIR): custo zero para a empresa, salto de maturidade tecnológica de TRL 6 para TRL 8 e destravamento de uma operação de blended finance projetada em R$ 15 milhões.

124 mi m³
chorume gerado em aterros brasileiros por ano
480 bi L
vinhaça sucroenergética gerada por ano
TRL 6 › 8
salto de maturidade tecnológica durante o projeto
/01 · o desafio

o elo ausente da economia circular brasileira: efluentes líquidos complexos.

Chorume de aterros e vinhaça sucroenergética sem rota tecnológica viável travam as metas do Planares, do Marco do Saneamento e da ENEC.

A cadeia brasileira de reciclagem e economia circular enfrenta, em seu elo mais crítico, um gargalo estrutural que compromete o cumprimento da PNRS, do Planares, do Marco do Saneamento e da ENEC: a ausência de tecnologias economicamente viáveis para o tratamento de efluentes e resíduos líquidos complexos. Os aterros brasileiros geram aproximadamente 124 milhões de m³ de chorume por ano em 1.592 a 1.700 unidades, e o setor sucroenergético gera entre 370 e 480 bilhões de litros anuais de vinhaça em mais de 400 usinas. Tratamentos convencionais operam com fouling severo, geram concentrados sem destinação ou são limitados pela saturação de potássio do solo.

A Saneeco é uma empresa de base tecnológica brasileira em estágio early-stage que desenvolve a tecnologia de Fracionamento Térmico a Vácuo (VTF), atualmente em TRL 6 (validada em ambiente relevante). A VTF opera por separação física em ambiente de vácuo, combinando calor moderado e pressão reduzida, com consumo energético 30 a 50% menor que sistemas atmosféricos convencionais, reduzindo o volume do concentrado final em até 98%. Gera três saídas de alto valor: água de reuso, óleos leves recuperados para uso energético e concentrado mineral.

A tecnologia tem aplicação direta em 800 a 1.000 aterros de médio e grande porte com demanda imediata por tratamento avançado, e em usinas sucroenergéticas com pressão regulatória crescente sobre fertirrigação direta. Aplicações complementares em lama de perfuração de petróleo, resíduos líquidos de mineração e efluentes industriais diversos garantem sustentabilidade comercial da operação no médio e longo prazo, sem desviar o foco LIR dos mercados prioritários de impacto.

por que lir como capital catalítico

Abaixo do TRL 6, a tecnologia não tem validação suficiente para suportar investment case. Acima do TRL 8, acessa capital de mercado sem necessidade de blended finance. O estágio early-stage da Saneeco é o momento de maior eficiência marginal do investimento público: ao combinar Esteira de Bancabilidade com Eixo Tecnológico Paralelo, o capital catalítico LIR eleva a plataforma de TRL 6 para TRL 7 e 8 durante a vigência do projeto, condição necessária para destravar uma operação de R$ 15 milhões em blended finance.

O recurso LIR não financia a empresa. Financia a resolução de um gargalo sistêmico, tendo a Saneeco como veículo operacional, com externalidades estruturadas para cooperativas de catadores, MPEs do saneamento descentralizado e municípios impactados.

Na frente de negócios de impacto, a Maré atua como Project Preparation Facility (PPF). Nesta edição, aplica a metodologia a um único negócio âncora previamente identificado como crítico. Em 5 meses, a Maré entrega a Saneeco com dossiê de originação, modelo financeiro auditável, dossiê de impacto com monitoramento e verificação, contratos de integração cooperada formalizados, plano de licenciamento social para MPEs e pacote completo de investment readiness para mobilizar a operação de blended finance de R$ 15 milhões.

/02 · o programa

esteira dedicada 1:1: um único negócio âncora.

5 meses, aplicação individual da metodologia da Maré à Saneeco, com um eixo tecnológico paralelo dedicado a fabricar e operar os pilotos VTF.

1
beneficiário direto: Saneeco, veículo operacional do gargalo
R$ 15 mi
captação alvo em blended finance
3
beneficiários indiretos: cooperativas, MPEs, consórcios
5m
execução: híbrido Lapa e Curitiba
/ as três fases

originação, qualificação e capital.

1

originação

Imersão técnica, financeira, jurídica e de impacto na Saneeco. Mapeamento de mercados prioritários, janelas regulatórias e parceiros operacionais. Entregável: dossiê de originação com pré-due-diligence.

2

qualificação

Estruturação dos três pilares: time, negócio e impacto. Modelo financeiro de 5 anos, dossiê de impacto com monitoramento e verificação, contratos cooperativas-Saneeco e plano de licenciamento social para MPEs formalizados.

3

capital

Pitch deck, data room e roadshows, com submissões formais ao Fundo Clima BNDES, FINEP e equivalentes. Meta: 2 cartas de intenção ou term sheets preliminares para a operação de R$ 15 milhões.

/ eixo tecnológico paralelo

dois pilotos do fracionador vtf, em paralelo às três fases.

A Esteira de Bancabilidade leva o investment case ao patamar de excelência institucional, mas o risco tecnológico residual em TRL 6 segue como principal vetor de custo de capital. O eixo tecnológico opera em paralelo, sob execução da Saneeco e supervisão metodológica da Maré, calibrando a plataforma VTF aos feedstocks prioritários da LIR (chorume e vinhaça), com sincronização nos marcos das três fases. Base experimental herdada: quatro UFRAVs já fabricadas em série, com laudos auditados pelo laboratório Oceanus (ISO/IEC 17025) em parceria com a UFRJ.

/piloto 01 · escala laboratorial

100 L/h

Capacidade de 100 litros por hora em ambiente de laboratório. Testa o comportamento dos componentes diante de chorume e vinhaça, estabelecendo indicadores operacionais de referência: kWh/m³ por matriz, partições água/óleos/concentrado, evolução de fouling e qualidade da água recuperada frente a CONAMA 430/2011 e CETESB P4.231.

/piloto 02 · escala demonstrativa comercial

5 m³/h

Capacidade de 5 metros cúbicos por hora (120 m³/dia), aproximadamente 3x a unidade atual da Saneeco. Aplica em escala comercial dedicada todos os dados do piloto 1, gerando o conjunto de evidências operacionais que alimenta o investment case da fase de capital: primeira unidade comercial demonstradora do portfólio Saneeco.

/ diferencial estruturante

integração de impacto como obrigação contratual.

A legitimidade do projeto diante da LIR depende de que os benefícios da qualificação da Saneeco se irradiem de forma estruturada e mensurável para cooperativas, catadores e MPEs. A fase de qualificação formaliza dois mecanismos que convertem integração socioambiental em componente contratual do modelo de negócio, não filantropia.

/modalidade 01

integração operacional cooperada em aterros

Em cada aterro onde a VTF for implantada, a Saneeco contrata cooperativas de catadores parceiras com remuneração por performance: operação de rotinas, monitoramento, logística de correntes e gestão de módulos transferíveis.

/modalidade 02

licenciamento social da vtf para mpes

Versões modulares da tecnologia licenciadas a micro e pequenas empresas do saneamento descentralizado, cooperativas agrícolas e consórcios intermunicipais, com condições técnicas, econômicas e de impacto pré-estabelecidas.

/03 · o mecanismo

como funciona a lei de incentivo à reciclagem.

Não é doação. É redirecionamento de imposto que já seria pago.

1

a empresa destina até 1% do IR devido

Empresas tributadas pelo lucro real redirecionam parte do Imposto de Renda para o projeto. Sem custo adicional.

2

o recurso vai para o projeto submetido ao MMA

O projeto é submetido ao Ministério do Meio Ambiente para análise e aprovação via TransfereGov. A submissão não garante aprovação. Prestação de contas rigorosa ao SINIR+.

3

a empresa recebe retorno estratégico

Relatórios de impacto, certificado do MMA e conexão direta com a Saneeco e seu plano de blended finance de R$ 15 milhões, com prioridade no acesso à tecnologia VTF.

/ por que a Maré

o que a lei foi feita para financiar é o que a Maré faz.

O Art. 3º da Lei 14.260/2021 financia capacitação e assessoria técnica, incubação de cooperativas e de micro e pequenas empresas, infraestrutura e o fortalecimento da cadeia. É a definição do papel da Maré: atuar como PPF (project preparation facility) e preparar negócios de impacto até a bancabilidade. O enquadramento na LIR não é adaptação, é o propósito da lei.

a lei financia

capacitação e assessoria técnica

A Maré estrutura os pilares de bancabilidade do negócio, do diagnóstico à modelagem financeira e à preparação para captação.

a lei financia

incubação de cooperativas e pequenas empresas

A Maré prepara o negócio âncora do elo de saneamento e economia circular até a bancabilidade, em esteira dedicada, modelando a operação de blended finance subsequente.

a lei financia

infraestrutura e fortalecimento da cadeia

A Maré dirige o capital catalítico para o elo ausente entre saneamento e reciclagem, onde a assistência técnica gera maior efeito multiplicador.

novidade do ciclo 2026

A Lei Complementar 222/2025 tornou o limite de destinação da LIR independente do limite do Incentivo ao Esporte: a empresa pode usar os dois integralmente.

em tramitação: o limite pode subir para 4%

O PL 1.361/2025, aprovado na Câmara dos Deputados em julho de 2026, eleva de 1% para 4% o limite de dedução da pessoa jurídica no lucro real e torna o incentivo permanente. O texto aguarda análise do Senado Federal; até a sanção, vale o limite atual de 1%.

/04 · proposta de valor

o que sua empresa ganha.

O patrocinador não faz doação: redireciona um imposto que já pagaria e recebe de volta retorno fiscal, reconhecimento institucional e acesso a um ecossistema qualificado. Retorno tangível para cada área de decisão.

fiscal · tributário

custo zero, alavancagem multiplicada

  • Redirecionamento de até 1% do IR devido (PJ, lucro real): imposto que já seria pago, agora com alavancagem projetada da ordem de 8 vezes sobre a operação de blended finance subsequente (R$ 1,868 mi para destravar R$ 15 milhões).
  • Novo espaço fiscal com a LC 222/2025, que separou o limite da LIR do Incentivo ao Esporte.
  • Prestação de contas ao MMA com relatório técnico, financeiro e de impacto auditado, robusta para auditoria e compliance, alinhada a PNRS, Planares, Marco do Saneamento e ENEC.
esg · sustentabilidade

impacto sistêmico mensurável com padrão internacional

  • Plano de monitoramento e verificação alinhado a GIIN, IMP e IRIS+ e à Taxonomia Sustentável Brasileira, integrável ao report ESG do investidor.
  • ODS prioritários 6, 9, 12, 13 e 14, com contribuição direta ao Global Methane Pledge (redução de 30% de CH₄ até 2030).
  • Certificado do MMA (Art. 13, Lei 14.260/2021): reconhecimento oficial como patrocinador de projeto aprovado, com KPIs auditáveis por planta implantada.
/ conexão estratégica · exclusivo para patrocinadores

acesso direto à saneeco e à tecnologia vtf.

Diferente das edições de portfólio (múltiplas startups), nesta edição a empresa renunciante tem acesso direto a uma única empresa âncora previamente qualificada. Empresas que formalizam a carta de intenção de renúncia fiscal ganham canal direto com o time fundador e prioridade no acesso à tecnologia VTF.

/01

conexão direta com a saneeco

Reuniões periódicas com o time fundador, acesso aos dossiês de cada fase e visitas técnicas a sites de demonstração da VTF.

/02

prioridade em contratos futuros

Operadores de aterros, usinas sucroenergéticas, agroindústrias, petróleo, mineração e saneamento têm prioridade em pilotos comerciais e contratos de off-take.

/03

co-investimento opcional

Patrocinadores qualificados podem participar da operação subsequente de blended finance de R$ 15 milhões via corporate venture capital, debt sustentável ou contratos de off-take.

acesso condicionado à carta de intenção

A empresa manifesta formalmente o interesse em destinar parte do IR ao projeto. A carta não gera obrigação financeira, mas garante acesso prioritário à Saneeco e participação ativa nas discussões estratégicas durante os 5 meses do programa.

/05 · prova de mercado

o que o primeiro ciclo da lir (2025) mostrou.

O ciclo 2025 provou a demanda e expôs o gargalo: a maior parte dos projetos aprovados não conseguiu captar, por ausência de estratégia comercial e conexão com empresas.

952
propostas submetidas ao MMA
67%
dos aprovados terminaram o ciclo sem captar
83%
dos depósitos aconteceram em dezembro
R$ 63M
depositados por apenas 97 projetos

A principal causa de insucesso foi a ausência de estratégia comercial e conexão com empresas. Esta edição opera com beneficiário direto previamente identificado e qualificado, dispensando etapas de chamada pública, com meta concreta de captação de R$ 15 milhões pós-programa.

Fontes: dados públicos do ciclo 2025 da Lei de Incentivo à Reciclagem (MMA / TransfereGov / SINIR+).

/06 · quem executa

Maré, proponente e executora metodológica.

Na frente de negócios de impacto, a Maré atua como Project Preparation Facility (PPF): não apenas acelera, opera junto aos negócios entregando modelagem financeira, estruturação jurídica, tese de impacto validada e conexão com investidores. Habilitada como proponente da LIR nos termos do Art. 5º, inciso VII da Portaria GM/MMA nº 1.250/2024 (Microempresa).

/ equipe executiva

quem responde pelo programa.

/co-CEO

Sergio Coelho

Blended finance, impacto socioambiental e estruturação de negócios de impacto.

/cofundadora

Silvia Elmor

Mais de 20 anos em marketing, comunicação, sustentabilidade corporativa e ESG.

/ conselho e mentoria

as especialidades que sustentam a entrega.

/investimento

venture capital e captação

Estruturação de rodadas, fundraising e conexão com o ecossistema de investidores.

/jurídico

compliance e regulatório

Governança jurídica, adequação regulatória e estruturação de veículos com foco ESG.

/inovação

inovação aberta

Estratégia de inovação, modelagem de negócios e conexão corporativa.

/impacto

métricas de impacto

Teoria da mudança, mensuração de impacto e sustentabilidade.

/território

inclusão produtiva

Articulação comunitária e projetos socioeconômicos territoriais.

/ parceria técnica

Sabertec e UFPR caminham com a Maré.

Parceria vinculada por Termo de Cooperação com a Maré, ampliando a capacidade institucional, técnica e territorial do programa. Sabertec e UFPR atuam como parceiros técnicos em P&D, ancoragem territorial e mobilização operacional, acionados via Termo de Cooperação com a Maré e ACT vigente Sabertec-UFPR, com ancoragem em Lapa/PR e Curitiba/PR.

/parceiro · parque tecnológico

Sabertec

Parque tecnológico na Lapa/PR. Ponte com consórcios intermunicipais, cooperativas de catadores e mediação operacional entre a Maré, a Saneeco e a UFPR.

/parceiro · ICT

UFPR

Universidade Federal do Paraná, acessada via ACT vigente com o Sabertec. Canal preferencial para engenharia química, engenharia de processos e tratamento de efluentes complexos.

o que a parceria adiciona ao programa

capacidade territorial, técnica e institucional

  • Canal técnico para P&D em efluentes complexos: via ACT vigente Sabertec-UFPR, o programa aciona competências em engenharia química, engenharia de processos e validação tecnológica da VTF, conforme demanda de cada fase.
  • Ancoragem em consórcios intermunicipais e cooperativas: articulação com o CONRESOL, municípios da região da Lapa e do eixo Araucária-Lapa, candidatos prioritários a sites da primeira planta comercial da VTF.
  • Mobilização de cooperativas de catadores e MPEs parceiras: base operacional para mapeamento, capacitação e formalização dos contratos das duas modalidades de integração de impacto.
  • Infraestrutura física e mediação operacional: sede do Sabertec na Lapa disponível para imersões técnicas, visitas a aterros e usinas, e workshops ao longo dos 5 meses.
/07 · investimento

o que financia 5 meses de operação.

Recurso 100% captado via dedução fiscal de IR (Lei 14.260/2021), sem custo direto para o patrocinador. Financia 5 meses de assistência técnica intensiva sobre o negócio âncora, somados à fabricação e operação de dois pilotos VTF, com entregas concretas para destravar uma operação de R$ 15 milhões em blended finance pós-projeto.

R$ 1,868 mi valor total · 5 meses

Envelope duplo: R$ 368 mil para a Esteira de Bancabilidade e R$ 1,5 milhão para o Eixo Tecnológico Paralelo. Dentro da faixa de ticket ótimo do ciclo 2025 (R$ 500 mil a R$ 2 milhões), a de maior taxa de captação efetiva.

/metodologia

esteira + eixo tecnológico

3 fases sequenciais em 5 meses (originação, qualificação, capital), com eixo tecnológico paralelo de fabricação e operação dos dois pilotos VTF.

/equipe

maré + engenharia saneeco

Co-CEOs da Maré e especialistas em inovação, ESG e blended finance, somados à equipe de engenharia da Saneeco, em interlocução com Sabertec e UFPR.

/entregáveis

dossiês e 2 pilotos VTF

Dossiê de originação, modelo financeiro auditável, plano de impacto, contratos cooperativas-Saneeco, pitch deck, data room e dossiê técnico integrado dos pilotos com laudos ISO/IEC 17025.

como funciona a captação e a alavancagem

O projeto entra em operação somente após a captação integral dos R$ 1,868 milhão. Não é preciso uma única empresa aportar o total: múltiplos renunciantes participam com contribuições parciais (por exemplo R$ 100 mil, R$ 250 mil ou R$ 500 mil cada) e a rodada fica aberta até atingir o montante. Se a captação não se completar no prazo, nada é transferido e o renunciante não assume qualquer exposição financeira. Alavancagem projetada da ordem de 8 vezes: o valor investido nas duas frentes destrava uma operação de R$ 15 milhões em blended finance, reduzindo o risco tecnológico residual em TRL 6, principal vetor de custo de capital observado por investidores institucionais em deep-tech ambiental.

/ simulação fiscal simplificada

quanto uma empresa poderia destinar.

faturamento anual R$ 500M
IR devido estimado ~R$ 20M
destinação via LIR (1%) R$ 200 mil

Valores ilustrativos, dependentes da apuração fiscal de cada empresa. Simulação personalizada disponível mediante solicitação.

08 próximo passo

vamos conversar.

Saiba quanto sua empresa pode destinar em 2026 via LIR e formalize a carta de intenção para acessar diretamente a Saneeco e a tecnologia VTF. A carta não gera obrigação financeira. A conexão estratégica, sim.