estruturação
Comitê de governança, diagnóstico territorial, tese de impacto e edital público para captação de startups.
Programa de originação, qualificação e preparação para captação de capital de negócios de impacto na cadeia de resíduos sólidos urbanos dos 12 municípios da região da Lapa e do eixo energético Araucária-Lapa, Paraná. Investimento via renúncia fiscal da Lei de Incentivo à Reciclagem (LIR): custo zero para a empresa, retorno estratégico mensurável e ancoragem territorial em um eixo de desenvolvimento prioritário do Paraná.
12 municípios em transição energética e regulatória, sem startups prontas para receber investimento.
A região da Lapa e do eixo energético Araucária-Lapa abrange 12 municípios com 481 mil habitantes, distribuídos em mais de 8.800 km². Combina municípios industriais e urbanos com municípios de vocação agropecuária, criando um mosaico de realidades que demanda soluções diferenciadas para a gestão de resíduos sólidos urbanos.
A geração estimada é de 190 a 206 toneladas por dia (69 a 75 mil toneladas por ano). Parte dos municípios já integra o CONRESOL; outros operam de forma independente, com geração combinada de aproximadamente 56 toneladas por dia. Esse desenho abre espaço para modelos descentralizados de gestão consorciada, economia circular e valorização de resíduos.
O ciclo de investimentos energéticos da região cria condições únicas para conectar RSU a geração de energia renovável: gasoduto Compagas Araucária-Lapa, Grupo Potencial Biodiesel (maior planta do Brasil), PCH Lúcia Cherobim, corredores rodoviários sustentáveis. Em linha com o Programa Paraná sem Lixões e o PERS/PR, a região está em momento de transição e modernização da gestão de resíduos.
Startups de impacto que atuam em RSU, logística reversa e economia circular desenvolvem soluções com potencial real para a região: rotas de coleta seletiva descentralizada, plataformas digitais de rastreabilidade, modelos de valorização energética de orgânicos, integração com cooperativas de catadores. Mas a grande maioria não consegue acessar capital. Operam em estágio inicial, sem modelagem financeira robusta, sem governança estruturada, sem tese de impacto validada.
O capital existe. O ecossistema existe. O que falta é o projeto bem preparado, com risco mitigado, pronto para receber investimento em escala.
Na frente de negócios de impacto, a Maré atua como Project Preparation Facility (PPF) especializada em RSU, com ancoragem territorial na região da Lapa. A assistência técnica é direcionada ao aumento da bancabilidade: estruturação financeira, governança, modelagem de impacto e dossiês de investimento. Os recursos da LIR financiam essa assistência técnica da Maré, que funciona como capital catalítico, desbloqueando capital privado que de outra forma não seria alocado.
11 meses, do edital público de originação à preparação para captação de capital via blended finance.
Comitê de governança, diagnóstico territorial, tese de impacto e edital público para captação de startups.
12 startups selecionadas com dossiê robusto de pré-due-diligence em três frentes: agendas, sinergia, articulação.
04 negócios estruturam pilares de bancabilidade: time, negócio e impacto. Densa preparação para investimento.
02 negócios preparados para captação via blended finance, com modelagem, term sheet e roadshow estruturados.
Não é doação. É redirecionamento de imposto que já seria pago.
Empresas tributadas pelo lucro real redirecionam parte do Imposto de Renda para o projeto. Sem custo adicional.
O projeto é submetido ao Ministério do Meio Ambiente para análise e aprovação via TransfereGov. A submissão não garante aprovação. Prestação de contas rigorosa ao SINIR+.
Relatórios de impacto, certificado do MMA, acesso ao pipeline de startups e conexão com o ecossistema da região da Lapa via Sabertec e UFPR.
O Art. 3º da Lei 14.260/2021 financia capacitação e assessoria técnica, incubação de cooperativas e de micro e pequenas empresas, infraestrutura e o fortalecimento da cadeia. É a definição do papel da Maré: atuar como PPF (project preparation facility) e preparar negócios de impacto até a bancabilidade. O enquadramento na LIR não é adaptação, é o propósito da lei.
A Maré estrutura os pilares de bancabilidade de cada negócio, do diagnóstico à modelagem financeira e à preparação para captação.
A Maré acelera e qualifica as 12 startups de impacto em resíduos sólidos urbanos da região da Lapa, com edital público e curadoria independente.
A Maré dirige o capital catalítico para a coleta seletiva, a logística reversa e a valorização de resíduos no eixo Araucária-Lapa, onde a assistência técnica gera maior efeito multiplicador.
A Lei Complementar 222/2025 tornou o limite de destinação da LIR independente do limite do Incentivo ao Esporte: a empresa pode usar os dois integralmente.
O PL 1.361/2025, aprovado na Câmara dos Deputados em julho de 2026, eleva de 1% para 4% o limite de dedução da pessoa jurídica no lucro real e torna o incentivo permanente. O texto aguarda análise do Senado Federal; até a sanção, vale o limite atual de 1%.
O patrocinador não faz doação: redireciona um imposto que já pagaria e recebe de volta retorno fiscal, reconhecimento institucional e acesso a um ecossistema qualificado. Retorno tangível para cada área de decisão.
Empresas que formalizam a participação por carta de intenção de renúncia fiscal ganham acesso ao Challenge Track: um canal para propor desafios reais da operação e se conectar às startups que desenvolvem soluções para a cadeia.
Sua empresa indica um gargalo real (logística reversa, rastreabilidade, valorização de orgânicos). O desafio orienta a temática, sem interferir na seleção independente das startups.
Relatórios e demos das startups aceleradas: negócios já filtrados, validados e com modelagem financeira pronta pela Esteira de Bancabilidade.
Opção de parceria comercial ou investimento direto em negócios qualificados. Deal flow curado, sem custo de estruturação interna, financiado pela renúncia fiscal.
A empresa manifesta formalmente o interesse em destinar parte do IR ao projeto. A carta não gera obrigação financeira, mas garante acesso prioritário ao Challenge Track e participação ativa no ciclo de aceleração.
O ciclo 2025 provou a demanda e expôs o gargalo: a maior parte dos projetos aprovados não conseguiu captar, por ausência de estratégia comercial e conexão com empresas.
A principal causa de insucesso: ausência de estratégia comercial e conexão com empresas. Este programa nasce com estratégia de captação, ancoragem territorial via Sabertec e pipeline de empresas parceiras na região.
Fontes: dados públicos do ciclo 2025 da Lei de Incentivo à Reciclagem (MMA / TransfereGov / SINIR+).
Na frente de negócios de impacto, a Maré atua como Project Preparation Facility (PPF): não apenas acelera, opera junto aos negócios entregando modelagem financeira, estruturação jurídica, tese de impacto validada e conexão com investidores. Habilitada como proponente da LIR nos termos do Art. 5º, inciso VII da Portaria GM/MMA nº 1.250/2024 (Microempresa).
Blended finance, impacto socioambiental e estruturação de negócios de impacto.
Mais de 20 anos em marketing, comunicação, sustentabilidade corporativa e ESG.
Estruturação de rodadas, fundraising e conexão com o ecossistema de investidores.
Governança jurídica, adequação regulatória e estruturação de veículos com foco ESG.
Estratégia de inovação, modelagem de negócios e conexão corporativa.
Teoria da mudança, mensuração de impacto e sustentabilidade.
Articulação comunitária e projetos socioeconômicos territoriais.
Parceria vinculada por Termo de Cooperação com a Maré, ampliando a capacidade institucional, técnica e territorial do programa na região da Lapa e no eixo Araucária-Lapa.
Parque tecnológico na Lapa/PR, vinculado ao município e com vocação socioagrobioecológica. Ancoragem territorial e mediação operacional entre a Maré e a UFPR.
Universidade Federal do Paraná, acionada via ACT vigente com o Sabertec, sem necessidade de instrumento jurídico bilateral com a Maré. P&D universitária sob demanda.
Recurso 100% captado via dedução fiscal de IR (Lei 14.260/2021), sem custo direto para o patrocinador. Financia 11 meses de operação especializada, com metodologia proprietária, equipe sênior e entregas concretas para a cadeia de RSU da região da Lapa.
Dentro da faixa de ticket ótimo do ciclo 2025 (R$ 500 mil a R$ 2 milhões), a de maior taxa de captação efetiva.
4 fases sequenciais em 11 meses, funil 12 para 4 para 2 startups. Cada fase gera entregáveis auditáveis e indicadores mensuráveis.
Co-CEOs da Maré e especialistas em inovação, ESG, blended finance e regulação ambiental, em interlocução com Sabertec e UFPR.
Dossiês de bancabilidade, diagnóstico territorial, teses de impacto, modelos financeiros, pitch decks e roadshows.
O projeto entra em operação somente após a captação integral dos R$ 683 mil. Não é preciso uma única empresa aportar o total: múltiplos renunciantes participam com contribuições parciais (por exemplo R$ 50 mil ou R$ 100 mil cada) e a rodada fica aberta até atingir o montante. Se a captação não se completar no prazo, nada é transferido e o renunciante não assume qualquer exposição financeira. 70% do orçamento vai para atividades operacionais diretas, dentro dos limites da Portaria GM/MMA nº 1.250/2024.
Valores ilustrativos, dependentes da apuração fiscal de cada empresa. Simulação personalizada disponível mediante solicitação.
Saiba quanto sua empresa pode destinar em 2026 via LIR e formalize a carta de intenção para garantir acesso ao Challenge Track. A carta não gera obrigação financeira. O acesso ao pipeline de startups, sim.